segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As Chaves Para Ter uma Família Feliz na Terra


As Chaves Para Ter uma Família Feliz na Terra


Jesus Cristo Ensinando
A felicidade em nossa família provavelmente será alcançada de uma maneira melhor se alicerçada nos ensinamentos de Jesus. Isso significa ser altruísta, honesto, leal, bondoso e ter muitas outras virtudes, sem mencionar esforço constante. Uma família afetuosa e feliz não acontece por acaso.

Pense em sua própria família. Houve tempos felizes e outros não. Quais foram os momentos mais felizes? Provavelmente foram aqueles em que nos sentimos amados. Quando nosso pai chorou porque estávamos doentes. Quando vimos nossos pais sorrir ou rir e podíamos perceber o quanto se amavam. Quando minha irmã vibrou quando marquei um gol, ou vice-versa. Quando quebrei a janela e meus pais me perdoaram em vez de gritar comigo. Quando o carro deslizou na estrada durante uma tempestade e a família teve que caminhar vários quilômetros para pedir ajuda. Demos as mãos e cantamos para fazer o tempo passar mais depressa. Nossa família uniu-se para tirar da lama alguém que estava atolado. 
Minha família torceu por mim no show da escola mesmo que eu apenas montasse e desmontasse o cenário. Talvez nossa família orasse, cantasse ou frequentasse a Igreja junta. 
Podemos recriar esses tempos felizes hoje com nossa própria família, em nosso casamento. Se nossa família não teve muitos momentos felizes quando éramos jovens, então vamos agir de forma diferente agora.

Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar

A Família é Essencial Para Plano de Deus


Não é exagero dizer que uma pessoa terá mais vantagem na vida se vier de um lar amoroso e que a apoia. Muitas pessoas obtêm sucesso apesar de virem de situações familiares que não são as ideais, mas ter nossas necessidades básicas supridas, saber que nossos pais nos amam e aprender as lições da vida em casa tornam os desafios do viver diário muito mais fáceis de enfrentar. Provavelmente, como adulto você deseje um lar feliz para sua família.
Isso não é coincidência. Deus organizou-nos em famílias para que pudéssemos crescer com alegria e segurança e para que pudéssemos aprender a amar as outras pessoas de maneira altruísta — a chave para a verdadeira alegria. A família é o melhor lugar para aprendermos a amar um ao outro da forma que o Pai Celestial ama cada um de nós.
A Igreja de Deus existe para ajudar as famílias a obter bênçãos eternas. Cremos que a maior bênção que Ele nos dá é a capacidade de voltar a viver com Ele no céu junto com nossa família. Seguimos a vontade de nosso Pai Celestial, pois é assim que ganharemos essa bênção.



Todos Nós Fazemos Parte da Família de Deus


Quando chamamos um membro da Igreja de “Irmão” Silva ou “Irmã” Gomes, é isso que realmente queremos dizer. Cremos que cada um de nós — inclusive aqueles que não são membros de nossa Igreja — é filho ou filha literal de nosso Pai Celestial (Hebreus 12:9) e, portanto, nossos irmãos celestiais. Nosso Pai Celestial nos amou e ensinou como parte de uma família eterna antes de virmos para a Terra. Então, compartilhamos um laço que transcende essa vida. Pense a respeito: se você realmente pensasse em seu vizinho ou colega de trabalho como seu irmão ou sua irmã, iria tratá-lo(a) de forma diferente? Na mesma linha de pensamento, saber que sua família na Terra tem importância eterna pode ajudá-lo a tratá-los melhor também.

As Famílias Vêm em Primeiro Lugar



As Famílias Vêm em Primeiro Lugar


Talvez tenhamos tido a sorte de ter sido criados por uma família feliz e segura, com pais que nos amam. Talvez não; e crescer tenha sido difícil sem o amor e o apoio de que tanto precisávamos. Provavelmente, como adulto você deseje um lar feliz para sua família. Viver em paz na família nem sempre é fácil, mas na Igreja restaurada de Deus, o casamento e a família são considerados a unidade social mais importante agora e na eternidade.
As Famílias Vêm em Primeiro Lugar
As pessoas que passaram por um desastre nunca dizem: “Durante o terremoto só conseguia pensar em minha conta bancária”. Quase sempre eles dizem: “Só conseguia pensar em minha esposa e meus filhos”. Não é necessário que aconteça um desastre para que saibamos dessa verdade. Mas, frequentemente, deixamos que a busca de dinheiro, prazer ou até mesmo as necessidades de pessoas que não são da nossa família desviem nossa atenção. Na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a família vem em primeiro lugar.

O Plano de Salvação



Gostaria de compartilhar a mensagem maravilhosa abaixo e  um vídeo excelentes que nos consola, orienta e compartilha o amor de Deus por nós, mesmo quando achamos que tudo está perdido.

Entender o Plano de Salvação significa aprender nosso propósito e direção. Ele responde as perguntas clássicas: “Quem sou eu?”, “Por que estou aqui?”, “De onde vim?” e “Para onde vou?”
O Plano de Salvação — também chamado de Plano de Felicidade, Redenção, Perdão, Exaltação e Misericórdia — é o plano do nosso Pai Celestial para nosso progresso. Como podemos ver nos seus vários títulos, a meta desse plano é levar a efeito a felicidade eterna, salvação e exaltação por meio da misericórdia, redenção e perdão. Cada parte desse plano foi e é sumamente necessário, mas a parte mais importante no qual todo o plano se centraliza é a necessidade de um Salvador. Por isso, esse evangelho é o evangelho de Cristo, pois “falamos de Cristo, regozijamo-nos em Cristo, pregamos a Cristo, profetizamos de Cristo e escrevemos de acordo com nossas profecias, para que nossos filhos saibam em que fonte procurar a remissão de seus pecados” (2 Néfi 25:26).
Sem Cristo, o plano de nosso Pai seria frustrado. Seria impossível para nós obter a perfeição que Ele deseja para nós sem essa ajuda e luz para nos guiar. Ele concordou em participar desse plano e até mesmo facilitá-lo, sabendo que seria necessário nos humilharmos para que nossas fraquezas, erros e falhas pudessem nos ser reveladas por meio das dificuldades da mortalidade e pudesse se tornar fortes por meio da Sua Expiação (ver Éter 12:27). Esse plano é um plano designado para nos moldar em seres glorificados mais fortes e brilhantes, assim como um diamante é lapidado com o tempo sob pressão e calor. Nosso “fogo refinador” é essa Terra e o estado da mortalidade, que é um estado de oposição.
“Porque é necessário que haja uma oposição em todas as coisas. Se assim não fosse, (…) não haveria retidão nem iniquidade nem santidade nem miséria nem bem nem mal. Portanto é preciso que todas as coisas sejam compostas em uma; pois se fossem um só corpo, deveriam permanecer como mortas, não tendo vida nem morte, nem corrupção nem incorrupção, nem felicidade nem miséria, nem sensibilidade nem insensibilidade.
Portanto teriam sido criadas em vão; portanto não haveria propósito na sua criação. Portanto isso destruiria a sabedoria de Deus e seus eternos propósitos, assim como o poder e a misericórdia e a justiça de Deus.
E se disserdes que não há lei, direis também que não há pecado. E se disserdes que não há pecado, direis também que não há retidão. E não havendo retidão, não há felicidade. E não havendo retidão nem felicidade, não haverá castigo nem miséria.  E se estas coisas não existem, não existe Deus. E se não existe Deus, nós também não existimos nem a Terra; pois não poderia ter havido criação nem para agir nem para receber a ação; portanto, todas as coisas inevitavelmente teriam desaparecido” (2 Néfi 2:11-13).
Somos todos seres de espírito e carne, filhos literais de nosso Pai Celestial e estamos aqui para que possamos aprender, crescer e desenvolver de um estado espiritual adolescente para um adulto. O plano é simples. É objetivo. E quando saímos de todos os detalhes, distorções confusas e desvios que tendemos a tomar em nosso caminho, é bem fácil de entender. Ele é perfeito como um todo e seguir esse plano é o único meio pelo qual podemos obter as bênçãos de vida eterna. O próprio Salvador nos ensinou: “Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem” (Moisés 1:39).
Este artigo foi escrito por Melissa, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.


Doutrina e Convênios


Doutrina e Convênios
Joseph Smith recebeu inúmeras revelações sobre os princípios do evangelho, bem como instruções do Senhor de como guiar A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Embora as revelações eram frequentemente anunciadas em conferências, e Joseph geralmente dava cópias dessas para os missionários e para os líderes da Igreja, a maioria das pessoas não sabiam o que acontecia nessas revelações.
A gráfica que foi estabelecida no Missouri por W. W. Phelps resolveu esse problema. Em novembro de 1831 várias conferências e reuniões foram realizadas para discutir sobre a impressão dessas revelações. Até esse momento Joseph Smith tinha registrado 60 revelações. Foi decidido que dez mil cópias das revelações seriam impressas na forma de um livro. Esse grande número foi mais tarde reduzido para apenas três mil impressões do livro. O livro foi intitulado “o Livro de Mandamentos”, e as revelações encontradas em Doutrina e Convênios 1 era para ser inclusa como o prefácio do livro.
Um apêndice foi feito para o livro, e Joseph o revisou e corrigiu qualquer erro que pudesse ser encontrado nos manuscritos das revelações escritas. Foi dado a John Whitmer e Oliver Cowderya responsabilidade de levar esses manuscritos para o Missouri. Eles partiram no dia 20 de novembro de 1831, e finalmente chegaram a Independence no dia 5 de janeiro de 1832. Em junho W.W. Phelps começou a preparar a prensa para as impressões.
Aproximadamente um terço das revelações contidas em Doutrina e Convênios foi recebida entre agosto de 1831 e abril de 1834. Joseph Smith declarou que as revelações no Livro de Mandamentos (o nome mais tarde veio a mudar para Doutrina e Convênios em 1835, quando uma versão mais completa do livro foi impressa em Kirtland, Ohio) foi “a fundação da Igreja nestes últimos dias”.
A introdução de Doutrina e Convênios declara que “A maior parte das revelações desta coletânea foi recebida por intermédio de Joseph Smith Jr., o primeiro profeta e presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Outras foram dadas por meio de alguns de seus sucessores na Presidência. (Ver cabeçalho das seções 135, 136, e 138, bom como Declarações Oficiais 1 e 2).
Como uma das Obras Padrão da Igreja, Doutrina e Convênios é única, porque não é a tradução de registros antigos. Ao invés disso, é de origem moderna e foi dada através de Deus para os seus profetas escolhidos como parte da restauração do evangelho e do estabelecimento do Reino de Deus na Terra nos tempos modernos.
As revelações são relacionadas com doutrinas do evangelho, tais como a natureza daTrindade, a origem do homem, a realidade de Satanás, o propósito da mortalidade, a necessidade de obediência, a necessidade de arrependimento, os trabalhos do Espírito Santo, as ordenanças necessárias para a salvação, o destino da Terra, a ressurreição e o julgamento final (bem como o que vem depois disto), a natureza eterna do relacionamento do casamento, e a natureza eterna das famílias. Doutrina e Convênios também revela a estrutura da administração da Igreja, detalhes das responsabilidades dos bispos, a Primeira Presidência, o Quorum dos Doze Apóstolos, os Setenta, bem como o estabelecimento das presidências de outros quoruns.
Por último, Doutrina e Convênios é um testemunho que Jesus é o Cristo, e que Ele governa a Sua Igreja e fala com Seus servos escolhidos nos dias de hoje assim como Ele fazia nos tempos antigos.

Pioneiros Mórmons

pioneros

Em 1846, membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foram expulsos de suas casas em Nauvoo, Illinois. Eles passaram o inverno em Nebraska e a primeira companhia partiu com Brigham Young como seu líder na primavera de 1847. Eles chegaram ao Vale de Salt Lake no dia 24 de julho de 1847. A viagem os levou por mais de 1.609 km de terras desabitadas.
Os Mórmons viajaram em carroções, cavalos, e até mesmo carros de mão. Entre 1847 e 1869 mais de 70.000 pessoas cruzaram as planícies para chegar a Cidade de Salt Lake.
Em 1869 a linha ferroviária transcontinental foi concluída e enquanto muitos Mórmons ainda continuavam a se unir em Utah, a Trilha Mórmon deixou de ser usada.
Presidente Gordon B. Hinckley disso o seguinte aos pioneiros: “Aqueles pioneiros que quebraram aquele solo tostado pelo sol dos vales da Montanha Oeste, vieram por uma única razão – ‘encontrar’, como foi registrado que Brigham Young disse ‘um local onde o inimigo não poderia vir e nos cavar para fora daqui. ’ Eles encontraram esse lugar, e contra quase toda adversidade opressiva que se subjugaram. Eles cultivaram e embelezaram esse local para si mesmos. E com uma visão inspirada eles planejaram e construíram uma fundação que abençoa os membros em todo o mundo hoje” (www.lds.org.br).
Esses primeiros pioneiros tinham uma profunda fé e uma crença forte na Igreja Mórmon, tanto que estavam desejosos de viajar para um deserto inabitado para que eles pudessem viver sua religião sem perseguições.
Eliza R. Snow, uma mulher proeminente no inicio da História da Igreja, escreveu sobre as condições que as mulheres passavam nas trilhas:
“Enquanto viajávamos, mães davam a luz a seus descendentes sob quase toda variedade possível de circunstancias; exceto com aqueles que elas estavam acostumadas – em barracas e carroções – em tempestades de chuva e neve. Que seja lembrado que as mães se referiram que, não estavam acostumadas a vagar pela floresta e por fortes tempestades de chuva e neve… a maioria delas havia nascido e sido educadas nos Estados do Leste – haviam abraçado o evangelho como ensinado por Jesus Cristo e Seus Apóstolos, e por isso estavam se unindo aos Santos; e sob difíceis circunstancias, auxiliadas pela fé, energia e paciência, [e fizeram de] Nauvoo o que o seu nome indicava, ‘A bela’.
Neste local elas tiveram lares amorosos – decorados com flores, e enriquecidos com frutos selecionados das árvores, que estavam apenas começando a frutificar plenamente. Para essas casas, sem arrendamento ou venda, eles tiveram que dar um adeus final, e, com o pouco de seu mantimento que poderia ser empacotado em um, dois, ou talvez em poucas vezes, três carroções, partiram para um deserto, e por que? Para essa pergunta, a única resposta nesse tempo era, Deus sabe” (Leon R. Hartshorn, comp., Histórias Memoráveis das Vidas das Mulheres Santos dos Últimos Dias, vol. 1, p. 216).
Os pioneiros Mórmons provavelmente estão entre os mais organizados viajantes por terra. Presidente Brigham Young organizou as pessoas em companhias de cem, cinqüenta e dez, cada um com um capitão. Pessoas viajando sozinhas, principalmente mulheres e filhos sem um pai eram adotadas em outras famílias para a jornada. Cada um na companhia tinha uma designação e se sentia uma parte importante para o propósito mais elevado da companhia. Os pioneiros trabalhavam para melhorar as estradas, construíam pontes e abrigos, e faziam plantações para os outros pioneiros que passariam depois deles.
Viajar 24 km por dia era considerado bom, e os membros da companhia geralmente se uniam após montar o acampamento para poderem cantar, dançar e ouvir música. Uma pessoa que encontrou muitos Mórmons pioneiros relatou: “Em cada companhia Mórmon geralmente tinha alguns músicos, pois eles pareciam gostar muito de músicas e danças, e tão logo seu trabalho no acampamento havia terminado, os elementos mais jovens se reuniam em grupos e dançavam com tanto entusiasmo que nem parecia que tinham caminhado por cerca de 32 km aquele dia” (www.lds.org.br).

terça-feira, 9 de setembro de 2014

SUPERANDO DIFICULDADES - HISTÓRIA DE CLÁUDIO VIEIRA DE OLIVEIRA

Hoje recebi um vídeo que chamou minha atenção, e pesquisei mais a fundo a vida do artista principal do vídeo: o Cláudio.

Encontrei uma reportagem sobre ele num excelente blog e gostaria muito que todos conhecessem essa pessoa maravilhosa que é o Cláudio.

SUPERANDO DIFICULDADES - HISTÓRIA DE CLÁUDIO VIEIRA DE OLIVEIRA


Queridos leitores.

Hoje eu quero compartilhar com vocês a história do jovem CLÁUDIO VIEIRA DE OLIVEIRA, da cidade de Monte Santo, no interior da Bahia.

Cláudio nasceu com uma deficiência física rara; ele tem a coluna totalmente envergada para trás e os braços e as pernas atrofiados. Contudo, isso não foi motivo para fazer com que Cláudio desistisse de viver, muito pelo contrário, essas limitações o impulsionaram a lutar pelos seus objetivos e superar todos os obstáculos que surgiram em sua vida.

Quando questionado pelo blogueiro, João Matheus Feitosa, com que idade ele resolveu buscar alcançar seus objetivos, Cláudio respondeu: "Aos 7 anos, quando via meus irmãos e amigos indo estudar, brincar e jogar bola”.

No site de Cláudio, podemos encontrar uma síntese de sua história, a qual eu faço questão de transcrever abaixo:


No dia 01 de abril de 1976, nasci de um parto normal, entretanto muito difícil, que quase custou a minha vida e de minha mãe. Na época o hospital estava construindo, mas sem nenhum funcionamento. Estava tudo difícil, tinha só a ajuda de uma parteira que era minha bisavó, e não foi possível o meu nascimento. Foi aí que chegou em minha casa um estudante de medicina, estagiário, filho da terra, Josevaldo Barreto, que era noivo de minha prima. Foi muito difícil, mas com a ajuda de Deus ele conseguiu realizar o parto, que parecia complicado e era! Ao termino, minha mãe desmaiou e ele suava, gelava e também quase desmaiava. Você imagina um estagiário atravessando uma situação dessas para salvar duas vidas, submetendo-se a realizar um parto de alto risco como este? Pois sim, ele conseguiu! Nasci quase morto, ele e minha prima batizaram-me às pressas. Parece que estou neste mundo para cumprir uma missão; de perseverança, mostrando que isso não é grande problema na vida e que podemos enfrentá-la e aceitá-la do jeito que ela é.

Diante disso, eu fico pensando o quanto somos impacientes, o quanto reclamamos de coisas pequenas e muitas vezes insignificantes! Enxergamos muita mais as dificuldades do que as possibilidades. Então, quando vemos a história de Cláudio e de tantas outras pessoas nos envergonhamos de nossa incapacidade de vislumbrar as vitórias que podemos obter, se estivermos dispostos a isso.



O baiano Cláudio de Oliveira, conta, em entrevista ao JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO que não faltou quem incentivasse seus pais a não alimentá-lo, pois além de dar muito trabalho, ele acabaria vegetando. Entretanto, Cláudio nos mostra o oposto: ele é uma pessoa cheia de vida e com muita determinação, superou as dificuldades que se interpuseram no seu caminho.

“Hoje, mesmo com as minhas diferenças, sinto que tenho mais que duas asas para voar, tenho mais que uma árvore para pousar, tenho o mundo inteiro para conquistar, basta que eu tenha consciência do meu potencial e acreditar que nasci ilimitado através da coragem e da vontade de lutar por dias melhores”.


Cláudio se graduou em Ciências Contábeis pela FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências) e atualmente exerce a profissão fazendo consultoria contábil, em Monte Santo, onde reside. Além disso, ele dá palestras sobre motivação, cuja origem vem de sua própria experiência de vida.

É possível perceber na face e na voz de Cláudio a alegria de viver, a satisfação de ter superado muitos momentos dolorosos. E, para os que, de alguma forma alimentam qualquer tipo de sentimento de inferioridade, resultado de alguma deficiência física ou de qualquer outra origem, aqui vai a dica de Cláudio:

“Não importa a forma do corpo, todos nós temos o direito à vida, mas independente de quaisquer circunstâncias nascemos para brilhar, fazer valer nossa capacidade criativa para construir a manhã sem guerras, simplesmente um mundo melhor onde todos independente de cor, credo ou forma, tenham as mesmas oportunidades.”

Abaixo, seguem algumas fotos que registraram momentos marcantes na vida de Cláudio.

Cláudio e a mãe dele
Cláudio e família
                                    
Cláudio na gruta, em Lourdes - França
      
Cláudio com o Papa João Paulo II
Cláudio com o cantor Daniel


Cláudio com a dupla Victor e Leo

E por fim, como ele se autodesignou e eu concordo com ele...



Cláudio
"SOU O MELHOR E LINDO"
Fonte: http://tomprosaico.blogspot.com.br/2013/10/superando-dificuldades-historia-de.html